Como eu tinha referido na última mensagem, a LandLousã tinha enviado um email para a Municipalidade de Figuig a informar que iríamos estar por lá naquela altura, para ver se nos poderiam providenciar um guia para visitarmos a cidade. Recebemos um mail da Municipalidade, a confirmar a presença de um guia no dia 28/04 no Hotel Figuig para nos levar a conhecer a zona...
Ora bem... Chegaram as 09:00 e nada... Chegaram as 09:30 e nada... Fizeram-se umas chamdas e descobrimos que o guia não vinha pois era sábado e como tal, não trabalhava. Ainda tentamos desenrascar a situação com o dono do hotel:

Mas nada...Ficamos por nossa conta e pusemo-nos a caminho. Uma antiga igreja católica (provavelmente da época em que os franceses ocupavam a zona):

A primeira paragem ocorreu num miradouro com vista para o palmeiral:

Metemo-nos no meio do labirinto de ruelas:


Eu fui-me entretendo a tirar fotos das portas:





O trabalho desta parede era impressionante:

Depois de muitas voltas nas ruas:


Chegamos a uma praça:

Alguns andaram às compras nas lojas:

E outros foram tomar chá:

Depois ainda andamos mais um pouco, encontrando este Marabou:

E um camião M#ts#bishu decorado a rigor:

Como dá para ver em algumas fotos, o céu estava bastante pesado e ameaçava chover... COmo não havia conhecimento sobre se haveria algum ponto de interesse na zona, começamos a regressar ao hotel, onde almoçamos. A tarde foi passada a relaxar no hotel, pois entretanto começou a chover.
O jantar já havia sido marcado numa casa de Hóspedes (aMaison de Nana) localizada perto da praça onde tínhamos estado nessa manhã. A ideia inicial era apanhar um dos belos Grand Taxi existentes em Marrocos, mas descobrimos que não havia taxis desses em Figuig... O Parola lá desenrascou uma carrinha para nos levar até À praça:

Quando chegamos, a dona da Casa de Hóspedes guiou-nos pelo labirinto das ruas até ao destino:

Era mais fácil do que se pensava, pois a senhora teve de pagar uma "puxada" de electricidade específica para a "Maison.." e era só seguir o cabo eléctrico de maiores dimensões. Pouco tempo depois, estávamos à porta:

Uma pequena (mas bela) fonte no interior da Maison:

E a "Nanna" (se bem me lembro, era a sogra da actual dona do Hotel, uma senhora francesa, radicada em Figuig):

A refeição estava muito boa, apesar de eu (e mais alguma pessoas) terem ficado com a impressão que a senhora não estava com muita vontade de nos receber:

Depois do jantar, o regresso à carrinha que nos transportou novamente até ao hotel:

Sim, ia muita gente de pé









































































































































